A Slack fala sobre o Slack

A IA que conhece seu trabalho e sua organização

Como três meses transformaram o que o Slackbot pode fazer por cada funcionário

Criado pela equipe do Slack24 de junho de 2026

A cada poucos meses, algo muda. O que você faz no Slack hoje não era possível há três meses.

Em abril, o Slackbot aprendeu a agir. Em maio, aprendeu a ver. Em 24 de junho, ele aprendeu sobre você, sobre sua equipe e sobre todo o seu conjunto de ferramentas. E ele ouve.

Esta é a história desses três meses. E por que o último capítulo transforma o que os dois primeiros tornaram possível.

Abril: o Slackbot aprendeu a agir

A equipe desenvolveu isso porque pedir ajuda ao Slackbot e, em seguida, realizar o trabalho por conta própria não é bem uma ajuda. Em abril, isso mudou. O Slackbot passou a poder executar ações: criar registros no Salesforce, realizar tarefas agendadas e desenvolver habilidades capazes de executar o trabalho dentro dos sistemas que sua equipe já utiliza.

Uma IA que responde a perguntas é útil. No entanto, responder a uma pergunta sobre um negócio é algo muito diferente de atualizar o registro do negócio, registrar a atividade e sinalizar o acompanhamento. Enquanto a primeira ação economiza alguns segundos de pesquisa; a segunda aumenta sua produtividade e promove o avanço do trabalho.

Raveesh Raina, engenheiro de vendas na Salesforce, criou uma habilidade para registrar suas atividades após as chamadas de clientes. Ele compartilhou a habilidade e, em três semanas, 466 de seus colegas já a utilizavam. 73% deles a conheceram por meio de recomendações de colegas. Uma economia de 43 minutos por pessoa, por semana.

É isso o que acontece quando o melhor resultado de uma pessoa se transforma em um recurso comum a todos.

 

Maio: o Slackbot aprendeu a ver

A equipe criou esse recurso porque a melhor resposta do mundo não ajuda em nada se estiver apenas no histórico do navegador de outra pessoa. Em abril, o Slackbot conseguia agir. Em maio, conseguia ver.

Em maio, o Slackbot já conseguia buscar informações fora do Slack e trazê-las para dentro da conversa. Era possível pesquisar na web, ler um PDF, criar um gráfico nativo a partir de dados brutos ou selecionar qualquer texto e pedir ao Slackbot que o explicasse dentro do contexto. O resultado não se perdia em uma ferramenta separada ou em um arquivo que ninguém abriria; ele aparecia exatamente onde o trabalho já acontecia, pronto para ser visto e utilizado por toda a equipe.

Essa é a parte que importa para toda a equipe. A pessoa que realizou o trabalho não precisou convertê-lo em uma entrega separada. A própria conversa foi a entrega.

  

24 de junho: o Slackbot aprendeu sobre você. Sua equipe. Suas ferramentas. E ele ouve.

Você está saindo de uma reunião. Surge uma ideia. Suas mãos estão ocupadas.

É nesse momento que você precisa do Slackbot. As ações por voz tornam isso possível. Abra o Slackbot em seu celular e diga o que precisa ser feito: registrar a ligação, atualizar o registro, capturar uma ideia antes que ela desapareça. O Slackbot já conhece o seu contexto, então você não precisa explicar tudo de novo. Basta falar em voz alta.

Isso funciona porque o Slackbot já conhece você. E quanto mais você o usa, mais ele sabe.

E ele não espera ser acionado. O Slackbot pode agir de acordo com uma programação, ser disparado quando uma mensagem chega a um canal ou iniciar uma ação quando alguém adiciona uma reação. Esse é um tipo de IA diferente daquela que só aparece quando você a marca.

A IA que conhece sua equipe, não só você.

Abril e maio se concentraram em capacidade. Junho aprofunda-se em algo mais difícil de construir: contexto. A equipe o desenvolveu porque queremos uma IA que conheça o nosso trabalho. Abril e maio foram dedicados às capacidades.

Hoje em dia, a maioria das IAs dia conta com memória. Mas há uma diferença entre uma IA que se lembra do que você disse a ela e uma que sabe o que a sua organização sabe. Algumas IAs avaliam o contexto da situação quando solicitadas. O Slackbot, por sua vez, sempre esteve presente. Outras IAs aprendem apenas o que você informa: seu cargo, suas preferências, o contexto inserido em um painel de configurações. O Slackbot aprende o que sua equipe realmente fez. A decisão tomada em um canal no mês passado. A conversa sobre o projeto onde se encontra a resposta real. O contexto de um negócio no Salesforce, extraído da chamada realizada no Slack. Você não precisou instruí-lo. Ele já estava lá.

Quanto mais você trabalha no Slack, mais preciso ele fica. Peça para ele redigir uma mensagem de acompanhamento sobre um negócio que você não retoma há seis semanas, e ele já saberá quem são as partes envolvidas, os pontos de impasse e a última coisa que seu principal contato disse. Não porque você informou a ele, mas porque foi ali que o trabalho aconteceu. Esse contexto se acumula.

Isso não para em você.

A memória torna o Slackbot melhor à medida que você o utiliza. As habilidades estendem isso à sua equipe.

Pense na última vez que algum colega descobriu algo que lhe teria poupado uma hora de trabalho e você não soube de nada. Seria a maneira perfeita de se preparar para uma chamada de renovação ou um prompt que transforma uma extração de dados desorganizada em algo que um vice-presidente consegue ler em 30 segundos. Esse tipo de conhecimento costumava circular apenas boca a boca, se é que circulava. Com o Slackbot, existe uma forma de compartilhar e aproveitar o que seus colegas já descobriram. Quando alguém de sua equipe desenvolve uma nova habilidade, todos ganham.

Todas as suas ferramentas, em uma só conversa.

O contexto só é útil se puder acompanhar você. Com o PCM, isso acontece. A maioria das equipes utiliza cinco apps ou mais. Com o PCM, o Slackbot leva todo o seu ecossistema de ferramentas para a conversa, o que inclui Google, Atlassian, Box, Notion, DocuSign e muitos outros. Você não precisa sair da conversa para obter a resposta nem explicar o contexto novamente. O Slackbot vai onde o trabalho está e o leva para onde a conversa já está acontecendo.

Esse é o fio condutor de tudo isso. A memória torna o Slackbot melhor para você. As habilidades estendem isso à sua equipe. O PCM leva as ferramentas restantes para a conversa. Cada funcionário passa a contar com uma IA que fica mais inteligente não apenas porque ele a utilizou, mas porque todos ao seu redor também o fizeram.

E, para o funcionário que nunca abriu o Slackbot porque digitar parecia ser apenas mais uma tarefa, agora basta falar em voz alta.

Abra o Slackbot. Pergunte: “O que você sabe sobre mim?”

É nesse ponto que tudo começa. E, daí para frente, tudo só melhora.

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